Obesidade, Fome Zero e desnutrição

Como nosso Presidente disse: "Estarei realizado ao fim de meu mandato se todo brasileiro tomar café da manhã, almoçar e jantar". Bom. Ele que vá preparando o final de sua candidatura. Pois é. o Problema do brasil agora está se invertendo. Diz o IBGE que o excesso de Peso atinge mais que a disnutrição. Então é bom o Presidente ir preparando ai um programa  "Gordura Zero".

Mais no site http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u103082.shtml



 Escrito por Rubens às 12h39
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Festinha Básica de Despedida de Sampa

Bom... Segunda feira foi dia de Tirar uma ondinha básica de despedida de Sampa. Olha a cara de estragado. É com essa cara que penso no que escrevo e que escrevo sem pensar (???) . Se Deus quiser muitas dessas fotos serão tiradas porém no Nordeste.


da esquerda para direita Marcio, eu, Thiago (aluno) e Marco.

 



 Escrito por Rubens às 16h24
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Pesquisa de Campo

Esse final de Ano percorreremos 5500 km... destino Teresina - PI. Anseio por poder realmente entrar em contato com a miscigenação da cultura brasileira.



 Escrito por Rubens às 12h00
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Texto de Lou Andreas-Salomé
Lou Andreas-Salomé

Ouça:
(Interpretação livre de Antônio Abujamra)

Ouse, ouse... ouse tudo!! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!


Sobre o(a) autor(a):
Lou Andreas-Salomé (1861-1937) foi uma bela mulher que escandalizou a sociedade e quebrou regras morais. Teve vários amantes. Conheceu Freud, Jung, Nietzsche, entre outros grandes homens.
Mulher engajada e sensível, tinha mito de sedutora.


 


 Escrito por Rubens às 15h37
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Yasser Arafat: um perfil do líder palestino

Yasser Arafat é uma das personalidades políticas mais importantes envolvida no conflito árabe-israelense. Sua trajetória de luta para a formação de um palestino perdura por cerca de 40 anos.

Yasser Arafat

Por Jéssica Naime


Yasser Arafat, chefe da Autoridade Palestina (AP), luta, há cerca de 40 anos, pela formação de um Estado autônomo na região da Palestina. Tido como um líder de pulso forte, com traços de autoritarismo, manteve centralizadas sob seu comando as decisões acerca da discussão sobre a formação de um Estado palestino, recusando-se a delegar poder a outros líderes do movimento.

Alguns de seus biógrafos concordam com o fato de que Arafat não tem de fato uma ideologia política definida. Acreditam que o líder palestino percebe o movimento como uma série de desafios táticos a serem superados, não apresentando, assim, nenhuma estratégia central. Arafat intitulava-se um revolucionário, mas estudiosos dizem não haver nenhum traço de transformação social na sua percepção de mundo. O líder palestino não seria um adepto da visão marxista da luta entre classes, nem da visão islâmica de uma boa política, e nem mesmo de um verdadeiro nacionalismo revolucionário. Arafat tem uma visão simplista da luta palestina. Acreditaria apenas na superioridade das reivindicações de seu grupo, e que deveria então combater os usurpadores de sua causa, posicionando-se como uma espécie de mártir.

Não há muitos dados concretos sobre sua vida privada, e Arafat parece não fazer muita questão expô-la. Seu casamento com a palestina Suha Tawil, do qual tiveram uma filha, Zahwa, foi mantido em segredo por cerca de quinze meses.

Seu nome de batismo é Mohammed Abdel-Raouf Arafat As Qudwa al-Hussaeini. Apesar de divergências acerca de seu verdadeiro local de nascimento, declara ter nascido em Jerusalém, em 24 de Agosto de 1929, mudando-se para o Cairo com sua família ainda quando criança e lá formando-se engenheiro na Cairo University Faculty of Engineering em 1956. Participou de movimentos estudantis palestinos ainda no Egito, chegando a servir voluntariamente no exército egípcio durante a crise do Canal de Suez.

Iniciou sua carreira como engenheiro no Kwait e, em 1959, fundou o grupo Fatah, que representa hoje uma das principais facções da Organização para Libertação da Palestina (OLP). A Organização foi formada em 1964, com o respaldo da Liga Árabe, que abarcava um grande número de grupos que lutavam para a libertação da Palestina, dentre eles o Fatah. O grupo emergiu como o mais poderoso dentro da organização frente à ameaça israelense após a Guerra dos Seis Dias, em 1967. a partir de então o Fatah passou a liderar a OLP, e Arafat se tornou o presidente do Comitê Executivo da organização. Desta forma, consolidou-se entre os palestinos como uma força política importante na defesa de seus interesses.

Arafat é bastante recriminado por utilizar a violência como arma política. É acusado de liderar ataques terroristas contra civis israelenses, e de utilizar artifícios questionáveis para consolidar sua liderança no movimento palestino. Apesar disso, possui apoio de grande parte da população palestina, que vê no líder uma saída para a disputa por territórios com Israel.

A luta armada pregada por Arafat deve ser compreendida como um produto do contexto onde surgiu o movimento. A luta armada seria a maneira que a baixa classe média urbana encontrou de manifestar suas reivindicações, consolidando o nacionalismo palestino urbano.

Questiona-se seu compromisso com a aceitação da existência do Estado de Israel, posição que ele só adotou em 1988. Até então, a posição da OLP era de não-aceitação da existência de Israel. Segundo alguns críticos, apesar do reconhecimento de Israel por Arafat, este não teria mudado de fato sua percepção acerca do conflito. Analistas afirmam que, apesar disso, a ideologia da população palestina sofreu mudanças ao longo dos últimos 25 anos. A maior delas seria a alteração entre a defesa da formação de um Estado palestino no lugar do Estado de Israel para a consolidação de um Estado palestino que coexista ao lado dos territórios israelenses.

O apoio do povo palestino às ações de Arafat sofre variações ao longo do tempo. Analistas acreditam que o suporte dado a Saddam Hussein, em suas pretensões expansionistas na Guerra do Golfo no início dos anos 90, possa ter minado a confiança do povo palestino em Arafat, uma vez que o presidente iraquiano realizava uma incursão militar contra o Kwait.

Tal apoio na época teve um alto custo político: a maioria dos países árabes se opunha à investida de Saddam Hussein e considerando que estes eram os maiores financiadores da OLP, o movimento teve sua fonte de renda cortada, afastando os fortes aliados que contribuíam para sua força de ação.

Em fins década de 90, recusou um tratado de paz proposto pelo governo israelense, na figura do então presidente Ehud Barak. O acordo não previa uma solução para a volta dos refugiados palestinos, além de não abordar o impasse acerca do status da cidade de Jerusalém.

As negociações iniciadas em Oslo, em 1993, trouxeram para a comunidade palestina esperança na consolidação de um Estado próprio. Yasser Arafat e o então primeiro-ministro israelense Yitzak Rabin aproximaram as negociações de um final conciliatório entre as partes, o que lhes rendeu o prêmio Nobel da Paz em 1995.

O processo de construção da paz iniciado em Oslo previa suporte para o estabelecimento de eleições palestinas, e em 1996, Arafat foi eleito presidente da Autoridade Palestina, imprimindo mais uma vez um estilo autoritário de governo.

Contudo, a série de acordos do processo de paz foi perdendo sua efetividade na medida em que cláusulas foram desrespeitadas. Analistas acreditam que Arafat e Rabin perderam uma grande oportunidade de estabelecer um acordo de paz na região a partir do processo iniciado em Oslo, reduzindo, assim, em parte, o apoio dos palestinos a Arafat.

BC NEWS
BBC Brasil
Foreign Affairs
Folha de São Paulo
Palestinian Academic Society for the Study of International Affairs
Site oficial do Prêmio Nobel




 Escrito por Rubens às 16h41
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Sintese da "Cultura" Atual

Não dá.... É triste olhar para o seu meio. o seus veiculos de comunicação e vê-los degradados. Desintegrados. Defasados. Dai, vc olha ao redor de sua comunidade e vê que o sensasinalismo está agregado aos valores das pessoas. MAis do que isso, formando opinições. Triste mais real.



 Escrito por Rubens às 11h24
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Entre a vida e a morte

Fiquei tão triste a alguns dias atrás... Perto de minha casa morava uma senhora que vivia na rua... a merce da boa vontade alheia. Recebeu absurdos 5 tiros na cabeça. Fui procurar saber o que havia acontecido. Envolvimento com drogas. E fiquei triste em saber que o marido a maltratava. Resolvi escrever algo sobre.

Ela começa como toda a mulher
Criada em um ambiente modesto e charmoso
Amada pela família, chora quando sente medo
E sorri quando sente felicidade
E sonha quando sai de casa
E quer amar como foi amada na infância
Encontra um companheiro que cuida dela
E ele promete o que não pode cumprir
A mão que acalentava o cabelo
Agora pesa sobre o rosto, que sofre com a dor e a vergonha
Os filhos vem para ajudar
Mais tomam chuva chutados de casa
As drogas acalmam onde não existe paz
A morte vem e leva os sonhos
Da menina, mulher e mendiga
5 tiros na cabeça para apagar da memória
todas as boas lembranças de que apenas queria amar.



 Escrito por Rubens às 15h54
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Ando lendo muito Drummond, coincidentemente Abujamra recitou seu poema no programa. Resolvi postar aqui.
 
A suposta existência
Carlos Drummond de Andrade

Ouça:
(Interpretação livre de Antônio Abujamra)

Como é o lugar quando ninguém passa por ele?
Existem as coisas sem ser vistas?
O interior do apartamento desabitado?
A pinça esquecida na gaveta?
Os eucaliptos à noite no caminho três vezes deserto?
A formiga sob a terra no domingo?
Os mortos, um minuto depois de sepultados?
E nós, sozinhos no quarto sem espelho.


Sobre o(a) autor(a):
Nascido em 1902 em Itabira do Mato Dentro - MG, faleceu no Rio de Janeiro em 1987. Chegou a se formar em Farmácia. Seu rigor na literatura beira a obsessão. Escreveu poesias, crônicas, contos e ensaios. Traduziu autores importantes para o português.

 


 Escrito por Rubens às 20h25
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Portal | Porta Curtas

 

Até que enfim um trabalho bacana para os diretores e equipes de curta metragem no Brasil. O interessante é notar que a idéia do Portal é democratizar (pelo menos a quem tem acesso) aos trabalhos de pessoas famosas ou não na area de cinema. De qualquer forma, você pode ver belíssimos curtas a alguns cliques.

Vale a pena dar um clique lá.

www.portacurtas.com.br



 Escrito por Rubens às 20h13
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Anti-Bush Game

Dessas milhões de coisas que aparecem nas mídias de comunicação (desses games por exemplo) esse é o mais bacana de todos. Além de ter personagens célebres da TV Norte americana, ainda vai fazendo convites ao jogador em relação aos números do Governo Bush e até de velhos "amigos" como Ronald Regan e etc. Vale a pena... Em inglês (:()

http://www.emogame.com/bushgame.html



 Escrito por Rubens às 16h24
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Recusa de propostas "hollywoodianas"

Gael Garcia Bernal - Mexicano aclamado por diretores que precisam de um personagem forte.

Achei fascinante os filmes que Gael vem atuando. Resolvi citá-lo devido a sua recusa de participar de alguns projetos hollywoodianos. Não só pelo trabalho delicioso de Walter Salles em "Diarios de motocicleta" mais por outros trabalhos. Almodovar está lançando "Mala Educacion", segundo conta, por conta da "ilusão do que é trabalhar com Almodóvar." Houve muitos rumores sobre desentendimentos ácidos entre o ator e o diretor durante as filmagens.

em Gael vive uma drag queen que foi seduzida por um padre quando era garoto. Algumas reportagens disseram que Almodóvar chegou a interromper as filmagens num certo momento, pedindo que Gael emagrecesse para o papel. Fica então o exemplo de que você mesmo representando de alguma forma deve manter seus ideais. Diferentes de atores "globais".



 Escrito por Rubens às 16h52
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O absurdo da lavagem cerebral na mídia....

Com a morte desses rapazes que usaram anabolizantes você se pergunta: Até que ponto aqueles meninos tem culpa no cartório? Até onde eles forão influenciados pela midia? Na semana passada estava em casa e por osmose assisti aquela série "TEEN" malhação. Dai entendi de onde  vem o comportamento dos jovens que leciono. É bem por isso que a Rede Globo não retira aquele programa do Ar. Ela forma o jovem, os seus comportamentos e adjetivos. Suga o que precisa da garotada e auxilia as mega-corporações da industria textil e de calçados a faturar milhões. Enquanto essa geração "XUXADA" assistir esse tipo de programa, mais crianças "anabolizadas" surgirão. Só espero que esses seriados "teens" não começem a sugerir outras coisas tão segmentadas quanto a obrigatoriedade de ser forte para incluir-se socialmente.



 Escrito por Rubens às 17h51
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O que pode e o que não pode na campanha eleitoral?

Mais uma vez a cidade de São Paulo sofre a agressão provocada pela propaganda eleitoral indiscriminada.  Estamos em época de eleições e podemos nos sentir importantes. É candidato daqui e dali, suplicando votos e tal. Você pode conhecer  bem seu candidatyo pelo inicio da sua candidatura. Amparados na condição de vereadores, ou na amizade com membros da legislatura, muitos vereadores e candidatos a vereador emporcalharam nossa cidade com mensagens publicitárias divulgando suas supostas qualidades ou promessas: "Emprego é o que interessa"; "O amigo fiel"; "Reconhecemos seu trabalho"; "Obrigado" por tal ou qual obra ou projeto de Lei. Tudo ilegal: segundo a legislação em vigor, é proibido qualquer tipo de propaganda eleitoral antes de 6 de julho de 2004. 

O que é permitido:


A partir de 6 de julho de 2004, é permitida a propaganda eleitoral:
a) em bens particulares, mediante autorização do proprietário; 
b) mediante a fixação de placas, estandartes, faixas e assemelhados nos viadutos, passarelas, pontes e postes públicos que não sejam suportes de sinais de tráfego, desde que não lhes cause dano, dificulte ou impeça o seu uso ou o bom andamento do tráfego; 
c) mediante a colocação de bonecos e de cartazes não fixos ao longo das vias públicas, desde que não dificulte o bom andamento do trânsito. 

O que não é permitido:

Não é permitida a veiculação de propaganda eleitoral, em qualquer de suas formas, inclusive pichação, inscrição a tinta e colagem de cartazes:: 
a) em bens públicos, ou seja, bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do Poder Público, ou que a ele pertençam; 
b) nos bens de uso comum, por exemplo, estabelecimentos comercias, shoppings centers, templos e igrejas, cinemas, teatros, estádios esportivos, clubes e assemelhados, salões de eventos e exposições etc.; 
c) em tapumes de obras ou prédios públicos; 
d) em postes que sejam suporte de sinais de tráfego; 
e) em árvores e em jardins localizados em áreas públicas; 
f) em ônibus e respectivos abrigos/pontos, rodoviárias, estações de trem e metrô, táxis etc. 

Como denunciar:

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo entende que "a fiscalização dos Poderes e Órgãos Públicos, dos Partidos Políticos e dos Candidatos a cargo eletivo é direito e dever de qualquer pessoa do povo, não sendo necessário que seja eleitor." O TRE disponibilizou uma página na Internet para que qualquer pessoa denuncie as irregularidades. Clique aqui para registrar sua denúncia.

Pois é amiguinhos. E lance é ficar de olho! de Olho. Se bem que é impossível não ver as duzentas mil faixas de propaganda.



 Escrito por Rubens às 10h03
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Briga da criançada com o Ócio!

Esses novos games da atualidade realmente são de arrasar... Veja você: Nossos jogos eram tão simples e enjoavamos rápido. Dai então iamos correr, rodar peão, pega-pega... Essas nova geração não desgruda dos games, pois são realmente cheio de detalhes gráficos e jogabilidade. Eles não precisam mais brincar de pega-pega e bolinha de gude....


 Escrito por Rubens às 19h15
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A Monstruosidade absurda....

 

Imagine você: Morar debaixo de uma ponte... passar o mês mais frio do ano ao relento, ter muito pouco o que comer e comer mal. Não ter família, (ter familia num ponto desses ao seu lado mais é uma desgraça que graça). Olhar para si mesmo no reflexo da própria urina que forma um espelho redondo no solo e ver a imagem de uma figura deformada, desenganada para os padrões sociais. Tentar se emancipar mais o único olhar que recebe é de indiferença e desumanidade. E mesmo assim, os mendigos e sem tetos que vivem ao abraço das grandes cidades ainda sobrevivem, tem em que se manter vivo. Dai, descubro que um amigo perdeu um colega querido por que suicidou-se. Familia de classse média-alta e com possibilidade de ter um padrão de vida tanto financeiro como intelectual alto. Mais mesmo assim suicidou-se. Dai você questiona: Como um cidadão (se é que posso chamar os mendigos disso) que mal tem o que comer, não tendo o mínimo de estrutura psicológica ainda possa sobreviver? agarrado a que? E para piorar mais ainda as coisas, uns idiotas que se acham "doidões" assasinam um homem desses. Até que ponto vamos tolerar esse tipo de atitude? Como uma pessoa pode tirar a vida de uma que mal a tem? Até quem não tem nada está sendo massacrado, então se você tem algo, vá se preparando.



 Escrito por Rubens às 16h41
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O que você tem a dizer sobre anabolizantes:
Nunca usei e também não usaria.
Já usei. E usaria de novo.
Conheço quem já usou mais nunca usei
Pra ficar forte usaria na boa.
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Vinicius e Toquinho - Chega de saudades







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