Peguei o fábio em um momento sublime. Tentei retratar na imagem a angustia e depressividade. Cerveja e contas: combinação necessária.



 Escrito por Rubens às 15h25
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Condensação de Idéias

Resumi nessa foto o "eu" atual. Bagunçado!



 Escrito por Rubens às 14h57
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Um beijo especial!!!

Beijo do Italo pra rapaziada!
"É nosso gande seguedo!"



 Escrito por Rubens às 18h24
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Brincadeiras

Minhas brincadeiras no photoshop...

 



 Escrito por Rubens às 17h56
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Mais sobre o Cordel

Por falta de grana, infelizmente tenho que cortar gastos... Tive de iniciar pela revista Caros Amigos (www.carosamigos.com.br) que libera gratuitamente acesso as matérias da revista, e li essa reportagem sobre o Cordel do Fogo Encantado. REsolvi deixar aqui um pouco mais sobre os caras, alguns trechos mais bacanas da entrevista:


Emerson Calado, Clayton Barros e Lirinha

Rodolfo Torres– Gostaria que vocês falassem um pouco sobre a gênese do Cordel...

Lirinha
– Cordel do Fogo Encantado não era o nome de um grupo, e sim de um espetáculo que nasceu em Arcoverde, uma cidade que fica no interior de Pernambuco, na divisão da Zona da Mata, Agreste e Sertão, a primeira cidade do sertão pernambucano. A gente não se conhecia antes do Cordel. Eu e Clayton, que está desde o início, tínhamos tido contato apenas por ser uma cidade pequena. Freqüentávamos os mesmos bares e lugares da noite e alguém nos apresentou. Das conversas, nasceu a idéia de um espetáculo de poesia, onde a música servisse como cenário para os temas que estavam sendo desenvolvidos, só que ela começou a ganhar um espaço que não era percebido.

Clayton Barros– A música era um alicerce para as palavras.

Lirinha– A partir daí houve uma descoberta geral dos envolvidos. Eu não compunha, também não era cantor, apenas recitava poesia. Todos os integrantes do Cordel do Fogo Encantado têm uma história semelhante, descobrimos a possibilidade da composição.

Rodolfo Torres– Como foi que vocês se encontraram e resolveram “vamos montar um espetáculo com teatro e com música?”

Clayton Barros
– Foi gradativo. Começamos a nos encontrar e “vamos lá em casa ouvir e fazer um som juntos”. Nos identificamos musical e artisticamente. Começamos a trocar discos, livros e a conversar sobre as coisas que nos influenciavam e percebemos que era a nossa vez de criar

Diogo Guanabara– O regional restringe muito, não é?



Lirinha–
Totalmente. Passei dois anos batendo de frente com isso, era um absurdo, você vê: Milton Nascimento fez o disco Tambores de Minas e concorreu ao prêmio Sharp de melhor disco nacional. Vem o Hermeto Pascoal e é considerado nesse prêmio como regional, por ser nordestino. Que absurdo! Você vê discos de Chico Buarque totalmente influenciados pela região do Rio de Janeiro. Discos só de samba ou algo ‘bossa' que ganham conotação nacional. A gente faz um som lá em Pernambuco, aí é regional. Há uma idéia de um Nordeste arcaico, ultrapassado, antigo, conservador, e de um sudeste antenado, futurista, com ligações e aberturas... Isso é uma invenção! Uma invenção que tem amparo do conservadorismo político.

algo que representasse a nossa vida e as coisas que nos cercavam em Arcoverde.  

Luciana Cabral– Qual foi a influência de vocês?

Clayton Barros–
Olhamos muito para o que estava ao nosso redor, para os artistas e as manifestações que rolavam, e isso serviu de base para que a gente começasse a criar o nosso próprio estilo, utilizando até a música local – que era nossa, dos artistas de lá – para fundamentar a nossa identidade.

Lirinha– Questionamos muito essa coisa da influência direta. Na verdade, montamos um personagem para responder isso. Por trás, existe uma grande mentira: “ah, fui influenciado pelo samba de coco”, que vou dizer, é o mais direto e o mais óbvio para mim. Viajava muito na música do samba de coco de Arcoverde. Achava uma música revolucionária, louquíssima, uma percussão violenta, agressiva e tal, mas não foi só isso, tem a influência que não assumimos, mas cerca a gente: de rádio e tv e que pode ser considerada uma má influência, mas é uma influência. Quando montamos essa idéia de “o que influenciou a gente”, geralmente coloca um gosto pessoal do que a gente deseja que seja a nossa influência.
Eu acho que nesse ponto existe um segredo em todo o artista porque ele é influenciado pelo seu tempo, inclusive pelo que não curte também.

Diogo Guanabara– O regional restringe muito, não é?

Lirinha–
Totalmente. Passei dois anos batendo de frente com isso, era um absurdo, você vê: Milton Nascimento fez o disco Tambores de Minas e concorreu ao prêmio Sharp de melhor disco nacional. Vem o Hermeto Pascoal e é considerado nesse prêmio como regional, por ser nordestino. Que absurdo! Você vê discos de Chico Buarque totalmente influenciados pela região do Rio de Janeiro. Discos só de samba ou algo ‘bossa' que ganham conotação nacional. A gente faz um som lá em Pernambuco, aí é regional. Há uma idéia de um Nordeste arcaico, ultrapassado, antigo, conservador, e de um sudeste antenado, futurista, com ligações e aberturas... Isso é uma invenção! Uma invenção que tem amparo do conservadorismo político.

Clayton Barros– Imagine como fica a região Norte. Inclusive, a gente nem faz show lá porque não tem uma demanda contratual. Imagine como ficam as pessoas de lá? Se o Nordeste é tratado dessa forma, imagine o Norte!   


mais no site da Caros amigos : http://carosamigos.terra.com.br/



 Escrito por Rubens às 13h57
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Conheço quem já usou mais nunca usei
Pra ficar forte usaria na boa.
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Vinicius e Toquinho - Chega de saudades







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