Dores

AS dores nas costas andam aumentando, preciso ir a um médico....

 Escrito por Rubens às 17h36
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Tempos de STORM

DAndo apenas uma relembrada ae! gg galera!



 Escrito por Rubens às 17h52
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Vivi

Sou suspeito para falar de fotografia mais não pude deixar de mostrar essas imagens aqui... Estão do caralho! Vivi de parabéns. Belo trabalho. Adorei! FIca aqui para divulgação.

 





 Escrito por Rubens às 17h25
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Viagem a Florianópolis

A necessidade de viver experiências novas nos leva muito longe. Evidente que temos de ir onde nosso destino nos leva. Porém, como diria Antonio Abujanra - "A vida lhe dará poucos presentes, portanto aprenda a roubar dela". infelizmente, as vezes não temos disposição para roubar as coisas da vida. Eu tive. Viajar foi sempre uma coisa que me atraia, em absoluto. Sobretudo uma viagem que tem um propósito determinado. Obtive um convite para conhecer Florianópolis de uma pessoa que para mim já está para lá de ser especial. Vou manter uma certa subjetividade para que voê leitor desse blog possa identificar-se com algo de "bom" dessa experiência tão excitante.

Quinta Feira, estou na rodoviária aguardando o ônibus para a viagem até Florianópolis - Santa Catarina. Tão logo pensava em chegar e minhas veias saltavam em pensar na recepção de Luciana e da "nova cidade". Fico excitado em lembrar que nada conheço, a não ser a pessoa que ira me esperar na rodoviária. Conto as horas, os minutos. A hora de partir chega. São doze horas de viagem que iriam mudar todo um ponto de vista, de vivência. Compro uma revista, procuro curtir a viagem. Não tarda e já estamos na cidade de Registro. São Paulo fica para trás, e com ela todos os problemas e anseios. Sinto que algo vai mudar. Mais uma vez penso qual o motivo real de sair de minha "vidinha" corriqueira. O motivo está lá, provavelmente me esperando, talves tão ansiosa como eu. Alguns cochilos e goles dágua e estamos em Curitiba. são quatro da manhã de sexta-feira. Parada obrigatória.


Voltamos a viagem. São paulo fica para trás, meus problemas também. Tenho cada vez mais forte a sensação de que toda a vida também está ficando para trás. Não mais me importo com isso. Estou estagnado (se posso usar a palavra). Amanhece e já posso sentir o clima (frio do caralho!) Junta-se ao frio interno e imagine a geleira que eu estava. Relaxei. Passamos de Tijucas, a destino está próximo.


o clima estava para lá de frio. na cidade e em mim.

Chegamos à rodoviária. Nove  damanhã. Bem como er aprevista. Muito frio. Retiro minha mala e uma blusa de dentro dela para procurar Luciana que me esperava. Ando alguns metros e a vejo, lendo um gibi (essa é a luciana). Nos comprimentamos e tomamos um café. Descidimos ir para sua casa descansar (ela tinha ido para o Rock). Luciana mora com duas maravilhosas mulheres - Márcia e Vivi. Entrando no apartamento fiquei bem mais calmo e o frio já havia passado. Agora dava espaço ao calor da recepão de vivi.


Eu e vivi. Foi paixão a primeira vista (risos)

Descansamos. Conversamos bastante e... bom , não durmimos. Luciana tinha que trabalhar. Saimos, aproveitei e fui conhecer um pouco mais floripa. nos despedimos. Estava contagiado pelo clima hospitaleiro das pessoas de floripa. Logo ao entrar no ônibus já conheci duas pessoas: Uma carioca e um senhor muito simpático do Piaui. Conversamos e a Carioca convidou-me para asistir uma peça que ela iria apresentar. Era próximo da casa da luciana. A cidade é simplesmente um charme. a principio tem um ar provinciano, mais começo a notar que muita gente também estava no mesmo barco que eu. Muita gente de outras cidades. Como turista não pude de deixar fora de observação dois lugares: O camelódromo e a praça do comércio. Muito bacana.


Camelódromo - ficou com cara de sofisticado por causa da camera, mais é bem mais "rústico"

Dei umas voltas, fumei um cigarro. Me nostalgiei. Lembranças de outros lugares (lembrei-me até de São Bento de Sapucaí - Sul de Minas). Dia não resisti mesmo. Tive de parar para tomar uma verveja. Muito atenciosamente fui atendido pelo Sr. Nelson - o figurassa!. Chapéu a cair pela cabeça, charuto na mão e encarregado de servir o pessoal que senta ali nas mesas da praça do comércio. Outra coisa impressionante é o olhar das pessoas. Paulistano está habituado a nem mesmo olhar para o outro, pude notar que as pessoas se olhavam, apesar daquele vai-e-vem de gente lembrar São Paulo.


Praça do Comércio - Ambiente bem propício a uma roda de conversa regada a cerveja!

 Volto para a casa da Lu e a encontro da universidade em que estuda e trabalha. Estava faltando algo nesse meu passeio pelo centro, era ela! (risos). Voltamos para casa e durmimos. Sabádo foi um dia bem bacana também. Posto aqui amanhã, meus dedos já estão doendo!



 Escrito por Rubens às 20h16
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Vinicius e Toquinho - Chega de saudades







Porta Curtas